terça-feira, 18 de novembro de 2008
Ontem, dia 18 de novembro, foi o dia da Consciência Negra. Para mim, esta data traz um leque de interpretações referentes ao assunto, como cotas para negros na universidade, orgulho negro, preconceito, racismo, etc.
Algumas pessoas tentam justificar essas cotas partindo da premissa de que grande parte da população de baixa e baixíssima renda é negra. Aí eu pergunto: e não existe branco pobre? Novamente caímos em um preconceito. Cotas, na minha opinião, só se for para escola pública.
Agora eu quero abordar outra coisa: orgulho negro. É muito legal ver um@ negr@ vestindo uma camisa com uma seguinte frase: “Sou negro com orgulho!” Poxa, que legal...
Legal nada! Imagina se eu andasse no meio da rua com uma camisa: “Sou branco com orgulho!”, provavelmente eu seria taxado de tudo no mundo.
Dois pesos duas medidas? Exatamente! Essa questão é uma faca de dois gumes, pois todo mundo sabe que nós temos, de fato, uma dívida muito grande nesse país com os negros e índios a qual não temos condições de pagá-la se não for pela conscientização de ambas as partes.
"I have a dream."


4 comentários:
Raciocíno extremamente coerente. O mesmo vale pro feminismo. De tanto que insistiram no direito iguais para ambos os sexos, hoje em dia tudo em que favorecem os homens ao invés das mulheres, é "machismo". Chega a tirar a paciência.
Concordo com tudo postado.
ótimo blog!
Volto aqui só para falar sobre o feminismo que havia falado acima:
http://colunistas.ig.com.br/delas/2008/11/19/virgindade-ainda-que-tardia/
se você lê essa notícia e olha alguns comentários, percebe que as mulheres chamam isso de machismo, bla bla bla quando na verdade é o que está previsto na lei. Certo ou errado, é lei. Aí questionam se fosse o contrário. Deixa-se de analisar uma situação com frieza simplesmente para rotular o país, a situação, quem é contra, de machista. Risível isso.
Eu vi, Thiago, o site que você recomendou. Realmente a situação é bastante complicada.
1º) O cara era mulçumano. Isso por si só já fica sendo um peso, pois eles seguem, teoricamente e até na prática mesmo, os dogmas religiosos à risca;
2º) Ela mentiu para um mulçumano e também no "contrato" de casamento.
A lei francesa, como você bem disse, permite que isso aconteça. Ela mentiu e então pronto.
E a pergunta:
"Será que o juiz anularia um casamento se o homem não fosse virgem?"
O pior de tudo, é que esse questionamento é bastante pertinente. Acho que não anularia... A religião mulçumana, pelo que eu sei, não tolhe a perda da virgindade do homem antes do casamento, diferentemente do que acontece com a mulher..
..mas realmente tem umas feministas que são um pé no saco! hauehaeu
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